O sintoma é sempre o mesmo: duas equipes olham para o mesmo funil e obtêm números diferentes. A partir daí, as reuniões tornam-se debates sobre quais informações são corretas, e não sobre o que fazer.
Uma taxonomia como contrato
A solução começa com um plano de rastreamento: um modelo de eventos com nomes, propriedades e significados acordados. É um contrato entre produto, dados e engenharia. Sem ele, cada implementação introduz sua própria ambigüidade.
- Definir eventos orientados para o negócio e não para a implementação técnica.
- Capture com Segmento ou Jitsu e envie para uma única fonte de verdade.
- Crie rituais de revisão de métricas para manter a disciplina.
Quando os números são confiáveis, as discussões mudam de “os dados estão corretos?” para “o que fazemos a respeito?”. É aí que começa a verdadeira cultura de dados.



